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W.A.S.P. e KK’s Priest abrem turnê “1984 to Headless” com raridades e estreia ao vivo de cover do Uriah Heep

Blackie Lawless cumpre promessa de revisitar os primeiros anos do W.A.S.P., enquanto K.K. Downing leva clássicos do Judas Priest ao palco ao lado do KK’s Priest

O W.A.S.P. deu início à turnê norte-americana “1984 to Headless” na noite de 10 de setembro, em El Cajon, na Califórnia, com o KK’s Priest como atração de abertura.

Como Blackie Lawless havia prometido antes da turnê, o repertório do W.A.S.P. concentrou-se principalmente nos quatro primeiros álbuns da banda: W.A.S.P. (1984), The Last Command (1985), Inside the Electric Circus (1986) e The Headless Children (1989).

E o primeiro show já trouxe algumas surpresas para os fãs.

W.A.S.P. resgata músicas raras

A banda abriu a apresentação com “Easy Livin’”, clássico do Uriah Heep que fez sua estreia no repertório ao vivo do W.A.S.P.

Outro momento especial foi “Mr. Cool”, uma composição da fase anterior à formação do W.A.S.P., quando Blackie Lawless integrava a banda Sister. A música acabou dando origem a “Cries in the Night”, faixa que posteriormente apareceria em The Last Command.

O repertório também incluiu músicas que há muito tempo não apareciam nos shows, entre elas “Fistful of Diamonds”, além de outros clássicos dos primeiros anos da banda.

A proposta da turnê é justamente voltar ao período que construiu a identidade do W.A.S.P., antes de a banda ampliar sua sonoridade e seu espetáculo nos anos seguintes.

K.K. Downing revisita os clássicos do Judas Priest

Dividindo a noite com o W.A.S.P. esteve o KK’s Priest, grupo liderado pelo guitarrista K.K. Downing, integrante fundador e um dos principais responsáveis pela história do Judas Priest.

O repertório combinou clássicos do Judas Priest com músicas próprias do KK’s Priest.

Entre os clássicos apresentados estiveram “Breaking the Law”, “Living After Midnight”, “You’ve Got Another Thing Comin’”, “Beyond the Realms of Death”, “The Sentinel”, “Victim of Changes” e “Turbo Lover”.

A banda também apresentou músicas de seus dois álbuns de estúdio, incluindo “Hellfire Thunderbolt”, “Raise Your Fists”, “Strike of the Viper” e “One More Shot at Glory”.

Para os fãs de heavy metal, a combinação das duas bandas cria uma espécie de viagem por diferentes momentos da história do gênero: de um lado, Blackie Lawless revisitando o W.A.S.P. de seus primeiros discos; do outro, K.K. Downing recuperando no palco parte do repertório que ajudou a transformar o Judas Priest em uma das bandas fundamentais do heavy metal.

Turnê segue pelos Estados Unidos

Depois da estreia em El Cajon, o “1984 to Headless” segue pela América do Norte, passando por cidades como Los Angeles, Riverside, Phoenix, Santa Fe, Austin, Tulsa e Dallas.

A expectativa agora é saber quais outras raridades aparecerão nos próximos shows.

Com uma banda revisitando seu próprio passado e outra mantendo vivo o repertório de uma das maiores instituições do heavy metal, a turnê aposta justamente naquilo que o fã mais gosta: músicas que nem sempre aparecem nos shows e clássicos que nunca deveriam desaparecer dos palcos.

Fontes: Loudwire, Ultimate Classic Rock e Setlist.fm.

W.A.S.P. e KK’s Priest abrem turnê “1984 to Headless” com raridades e estreia ao vivo de cover do Uriah Heep

Blackie Lawless cumpre promessa de revisitar os primeiros anos do W.A.S.P., enquanto K.K. Downing leva clássicos do Judas Priest ao palco ao lado do KK’s Priest

O W.A.S.P. deu início à turnê norte-americana “1984 to Headless” na noite de 10 de setembro, em El Cajon, na Califórnia, com o KK’s Priest como atração de abertura.

Como Blackie Lawless havia prometido antes da turnê, o repertório do W.A.S.P. concentrou-se principalmente nos quatro primeiros álbuns da banda: W.A.S.P. (1984), The Last Command (1985), Inside the Electric Circus (1986) e The Headless Children (1989).

E o primeiro show já trouxe algumas surpresas para os fãs.

W.A.S.P. resgata músicas raras

A banda abriu a apresentação com “Easy Livin’”, clássico do Uriah Heep que fez sua estreia no repertório ao vivo do W.A.S.P.

Outro momento especial foi “Mr. Cool”, uma composição da fase anterior à formação do W.A.S.P., quando Blackie Lawless integrava a banda Sister. A música acabou dando origem a “Cries in the Night”, faixa que posteriormente apareceria em The Last Command.

O repertório também incluiu músicas que há muito tempo não apareciam nos shows, entre elas “Fistful of Diamonds”, além de outros clássicos dos primeiros anos da banda.

A proposta da turnê é justamente voltar ao período que construiu a identidade do W.A.S.P., antes de a banda ampliar sua sonoridade e seu espetáculo nos anos seguintes.

K.K. Downing revisita os clássicos do Judas Priest

Dividindo a noite com o W.A.S.P. esteve o KK’s Priest, grupo liderado pelo guitarrista K.K. Downing, integrante fundador e um dos principais responsáveis pela história do Judas Priest.

O repertório combinou clássicos do Judas Priest com músicas próprias do KK’s Priest.

Entre os clássicos apresentados estiveram “Breaking the Law”, “Living After Midnight”, “You’ve Got Another Thing Comin’”, “Beyond the Realms of Death”, “The Sentinel”, “Victim of Changes” e “Turbo Lover”.

A banda também apresentou músicas de seus dois álbuns de estúdio, incluindo “Hellfire Thunderbolt”, “Raise Your Fists”, “Strike of the Viper” e “One More Shot at Glory”.

Para os fãs de heavy metal, a combinação das duas bandas cria uma espécie de viagem por diferentes momentos da história do gênero: de um lado, Blackie Lawless revisitando o W.A.S.P. de seus primeiros discos; do outro, K.K. Downing recuperando no palco parte do repertório que ajudou a transformar o Judas Priest em uma das bandas fundamentais do heavy metal.

Turnê segue pelos Estados Unidos

Depois da estreia em El Cajon, o “1984 to Headless” segue pela América do Norte, passando por cidades como Los Angeles, Riverside, Phoenix, Santa Fe, Austin, Tulsa e Dallas.

A expectativa agora é saber quais outras raridades aparecerão nos próximos shows.

Com uma banda revisitando seu próprio passado e outra mantendo vivo o repertório de uma das maiores instituições do heavy metal, a turnê aposta justamente naquilo que o fã mais gosta: músicas que nem sempre aparecem nos shows e clássicos que nunca deveriam desaparecer dos palcos.

Fontes: Loudwire, Ultimate Classic Rock e Setlist.fm.