Trabalho inédito está programado para ser lançado em maio de 2026 e sua gravação ocorreu no estúdio do Dave Grohl
Por: Alexandro Cruz – 13 de fevereiro de 2026
Finalmente, o tão esperado novo álbum de estúdio do ANTHRAX tem previsão de lançamento para maio de 2026. A grande notícia veio do baixista da banda, Frank Bello, durante uma conversa com Dan Coniglio, da rede de varejo de instrumentos musicais do Canadá, Long & McQuade.
O trabalho inédito – ainda sem nome – surge após 10 anos de espera dos fãs e que irá suceder o For All Kings (2016). “Estou muito orgulhoso. É tão pesado. Algumas partes são realmente difíceis de tocar — muito difíceis, e fico feliz em dizer isso, porque gosto do desafio. Os vocais do Joey [Belladonna] — eu não entendo como o cara consegue cantar daquele jeito, mas ele continua arrasando. Estou muito empolgado.”
As gravações
As sessões de mixagem, assim como parte das gravações do LP, ocorreram no Studio 606 de Dave Grohl, em Northridge, Califórnia (EUA). O ANTHRAX trabalhou novamente com o produtor Jay Ruston, que anteriormente comandou os álbuns For All Kings e Worship Music (2011).
“Se você gosta dos nossos dois últimos discos e do material antigo, acho que todo mundo vai ficar feliz, porque, como fãs, estamos muito entusiasmados”, acrescentou. “E já faz um tempo, pessoal, então obrigado por esperarem. Foram 10 anos [desde o lançamento do último álbum]. Por isso, garantimos que valesse a pena.”
O Studio 606 tem como diferencial a gravação voltada aos efeitos e conceitos de produção de maneira analógica. Passaram por ele músicos como Queens of the Stone Age, Paul McCartney, que gravou a música “Cut Me Some Slack”, Ratt e Ghost.
O Processo Criativo e o “Desapego”
Segundo o baixista do Big Four do thrash metal, a banda teve que superar os obstáculos da pandemia, preferindo trocar arquivos digitais e se reunir presencialmente apenas quando foi seguro. Tudo para não perder a “vibe” devido à latência das chamadas de vídeo.
“É realmente como fazer um bolo. Scott [Ian], Charlie [Benante] e eu nos reunimos e começamos a trocar ideias. Scott e eu trabalhamos muito nas melodias, e as letras vêm por último. Para passar pelo nosso filtro, descartamos muita coisa. Às vezes você perde partes que ama, mas se não for bom para a música, tchau. É tudo pela música, cara.”
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