São Paulo, no purgatório das ondas AM/FM — Um homem comum viveu o pesadelo que ATERRORIZA a nação: girava o botão do rádio no carro e só encontrava pagode grudento, funk ensurdecedor, chiado de além-túmulo e político mentindo em alto e bom som! Em casa ouvia Morcegão FM no site — mas na rua, NADA. “É um ABSURDO!”, gritava ele…
Seu Genaro, 54 anos, mártir do volante, contou tremendo no farol: “Eu ia trocando de estação e era um horror atrás do outro! Pagode, funk, aquele chiado que parece alma penada, notícia ruim de manhã cedo, propaganda de político safado prometendo o que não cumpre, e GENTE RECLAMANDO no rádio… como se a minha vida já não bastasse de reclamação! Eu só queria meu rock!”
O detalhe que revolta os lares brasileiros: em casa, sentado no sofá, o homem tinha PARAÍSO — Morcegão FM tocando no site, guitarra rolando solta. Mas bastava pisar na rua, entrar no carro, e CAÍA no abismo sonoro. “Eu ouvia em casa e não podia levar comigo. É um absurdo, um absurdo!”, repetia, batendo no painel enquanto um vereador falava de recapeamento na rádio concorrente.
Um pai de santo consultado às pressas sentenciou: “Aquilo não era azar, era MALDIÇÃO. O sujeito pulava de emissora e o capeta jogava pagode, funk e político no caminho dele de propósito, pra atormentar a alma roqueira.” Foi então que o BAT BOX desceu das trevas — e agora o som vai junto, no bolso, no carro, na tela bloqueada, reconectando sozinho toda vez que o sinal fraqueja na avenida.
No fundo, todos nós já giramos o dial procurando salvação e só achamos ruído, promessa vazia e gente reclamando — e o Morcegão veio, enfim, resgatar a nossa alma do purgatório do trânsito…
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QUEM GANHA QUEM PERDE – O motorista, livre do pagode e do funk.
– Quem não aguenta mais político no rádio.
– O roqueiro, com o som na rua enfim.– O chiado, expulso do carro pra sempre.
– A propaganda política, muda e ignorada.
– Quem só sabia reclamar no dial…

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